Como ainda eu dava uma ou outra volta com o carro, estava mantendo o para-choque dianteiro para pendurar a placa.
Mas é chegada a hora de tirar ele também, já que amanhã, dia 20/12, ele vai entrar para a funilaria/pintura.
A alma do para-choque dianteiro está preservada de ferrugem. O tratamento dado na chapa foi bom. Não há nada de oxidação. Mas observem que o carro já pegou alguém pela esquerda, pois há um amassado na alma
Polaina direita
A polaina esquerda é interessante. Cinza, de excelente qualidade, marca Plastiron, fabricada na metade de 89. Certamente algo aconteceu logo nos primeiros anos do carro e ela foi trocada. A qualidade, espessura do plástico, peso da peça impressionam. Igual a original. A Plastiron já fez peças de qualidade para o Monza.
Ferrugem leve, para ser retirada e as peças, pintadas
Detalhe do amassado na alma
Aqui já desamassada
Comprei uns parafusos novos. Mas eles são mais compridos, e a parte quadrada que dá a trava também é um pouco mais comprida. Talvez isso demande uma arruela para dar o assentamento correto
E um presentinho para o futuro distante: uma ponteira, que terá que ser lixada e pintada de preto fosco (no caso, será fosco mesmo, que é a tinta que eu já tenho para alta temperatura).
Por fim, a lata que estou procurando. Vejam o rombo na danada
Aproveitei para arrumar o lance do vacuômetro. Ficou perfeito. Troquei todas as mangueiras de vácuo que vi no cofre do motor (as de borracha), independentemente de ser do vacuômetro ou não. Também aproveitei para tirar um parafuso de fenda (num carro isso é uma heresia) e trocar por philips, reforçar a isolação de chicotes com fita isolante 3M, enfim, não tinha mais o que fazer...kkkk. Mas era a mangueira de conexão atrás do painel que não deixava o ponteiro assentar.
É isso galera... amanhã espero postar fotos dele entrando para a próxima etapa.