Sheldonn escreveu:Evandro bom saber que a elétrica do Barão está em ordem. Elétrica fuçada realmente causa um grande problema nos carros.
Estou contente também com as últimas peças de acabamento. Esse interior ficará maravilhoso a exemplo do Hugo. Estou ansioso para ver como ficará tudo pronto.
Boa sorte na reforma amigo. Acompanhando com muita atenção.
Putz Sheldonn, eu também to muito ansioso.
Ainda tenho itens que estão me dando dor de cabeça, como CB e friso da porta. Mas no final valerá a pena!
Leocastro escreveu:Que bom que mais uma dica minha foi válida!!!
Pô Leandro, vc tá sempre dando ótimas dicas!
luiz sle escreveu:Fala, Evandro. Tudo bem?
Eu fiz o mesmo serviço no alternador Arno aqui ano passado, rodei muito pouco, mas até agora, tudo OK.
O retrovisor será que é difícil de mexer?
Essa tampa da buzina parece que desbota, né? Será que solta a tinta assim como o volante desses populares de hoje? No do S/R vejo claramente alguns locais aparentemente sem "tinta".
Essa caixa de fusíveis é uma treta. No Monza do meu pai ela para no lugar, no meu, tive que colocar borracha na lingueta dela pra parar no lugar. Não sei porque, o chicote dá a impressão de ser curto e fica puxando a caixa.
Abraço.
Pô Luiz, que bom que seu alternador tá funcionando bem. Eu já li mas coisas a respeito do alternador Arno, mas não vou enfiar dinheiro num outro porque o carro tem outras prioridades, e se ele estiver dando conta do carro, ficará ele mesmo.
Olha, o eletrecista é meio reclamão, mas segundo ele, o maior problema é tirar o espelho sem quebrar. O mecanismo não é complexo, segundo o vídeo do Leocastro. Eu acho que vale a pena tentar arrumar o defeito, porque ainda que se quebre o espelho, vc o encontra a preço muito barato. Já um retrovisor... é o olho da cara.
Quanto a tampa da buzina, vc fez uma pergunta interessante. Eu não lavei a tampa. Eu a limpei com veja, depois dei um trato nela com outro produto. Mas eu dei 4 demãos de limpeza com o veja, e não parava de sujar o pano. A peça não poderia estar tão suja assim. Concluo que sim, ela sai tinta, mas não sei até que ponto. Uma demão de Nuget resolve o caso (mas eu não fiz isso nela).
willian silverstar escreveu:sabe qual gás foi usado no monzão?
Willian, para não dar uma resposta errada, vou ligar na 2a e perguntar. Se eu não me engano em 90 os AC já não usavam mais o R12, de modo que creio que tenha sido o R134. Vamos ver. Postarei aqui.
Nessa sexta eu testei o AC, e é bem interessante o comportamento do equipamento no carro, bem diferente do carburado. No carburado, independentemente de dispositivos de compensação, a rotação cai, e a eficiência do AC também, quando o carro tá na marcha lenta. No com injeção, vc liga o ar, e nada acontece na rotação, de modo que o AC mantém a mesma eficiência. Outro ponto que me chamou a atenção é que ele naturalmente esfria mais que o AC do Hugo.
S h E e Q u O escreveu:Evandro, td blz?
Magnífica a sua restauração. Muito firme e rigorosa nos detalhes. Do jeito que eu gosto!
Não sei o que vc decidiu fazer com aquela moldura cega do console central, mas, só para ajudar você a pensar no que fazer com ela, informo-lhe que eu também precisei de uma nova moldura contendo o espaço aberto para passagem dos chicotes do VE e RE no site
http://www.estefanoandrade.com.br. A peça é nova, original GM e o preço é razoável, cerca de R$60,00.
Link da peça:
http://www.estefanoandrade.com.br/chevr ... -novo.html
A peça chegou aqui numa boa e é novíssima mesmo.
Abraço
Fala SheQuo...
Eu gosto de ir no detalhe se for viável. O problema é que as vezes a gente bate numas barreiras (falta de peça, mão de obra, etc) que faz a gente atrasar tudo.
Cara, esse negócio de peça enche tanto o saco que comprá-las pelo ML está virando uma aventura que no fim pode ser uma tortura. O que eu decidi é que vou pegar uma serra copo e fazer 2 furões na parte cega para passar os chicotes dos vidros e retrovisor. Eu acredito que dessa forma a fixação na parte de baixo será bem firme e não vai quebrar, o que é um fato comum nas tampas de console para os carros com vidro e retrovisor eletrico. O assentamento do parafuso de fixação é feito numa área muito pequena e que quebra fácil com qualquer aperto.