o classic tubarão com bancos em couro vi 2 já um preto e outro azule pelo jeito ambos eram 1991 pois o encosto de cabeça ainda era aquele inteiriço, somente na linha 1992 que passaram a ser vazados... agora classic mpfi automático vc nunca viu pq nunca foi vendido com essa configuração, se a pessoa quisesse um Monza Classic automático ele só vinha com a injeção EFI e a gasolina (não existe monza tubarão automático movido a álcool de fábrica), ou seja, vc optava por ter um carro com melhor desempenho (equipado com a MPFI) ou ter um de desempenho normal porém com o conforto do cambio automático... a GM fez o mesmo depois quando lançou o Astra e a Zafira com câmbio automático no final de 2001: na época ainda tinha o motor 2.0 16v disponivel, porém o cambio automático só era disponivel na versão de 8v....vrsilva escreveu:Sem contar o painel de instrumentos mais simples e acho que nem o relógio tinha.
Martins acho que o revestimento de couro foi oferecido em toda linha dos classic acontece que brasileiro demora a aderir essas coisas, e como meu carro foi comprado por funcionário da fábrica ele deve ter solicitado o volante que saía pouco e deveria ter em estoque. É igual o interior de couro nunca vi um monza com o opcional sem ser o 500ef mesma coisa classic mpfi automático... Existia a opção, se vendeu algum é raríssimo.
Monza GLS 95
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RBMartins
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Re: Monza GLS 95
ex-Monza GLS 1995 Azul Cezanne Perolizado: http://www.monzeiros.com/forum/viewtopic.php?t=27249
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Re: Monza GLS 95
Penso que a GM foi uma até 1993 e outra de 1994 em diante. A preocupação da marca era o lançamento do Corsa, a singular qualidade do Ômega e as vendas do Vectra A e do Astra importado. Tudo bem, melhoraram muito o acabamento das D-20.
Monza e Kadett se tornaram quase gêmeos, compartilhando muitas outras coisas, além do motor. Ambos foram severamente judiados pelo acabamento interno. Nota-se a diferença entre os modelos 92, 93 com os 94 e 95. Salvaram-se, apenas, os GLS, que ainda "lembravam" os requintados SL/E. O acabamento dos Classic? Só na fotografia.
Tudo bem, os GL são os SL pouquíssima coisa melhorados. Mas até os primeiros Hatch são mais caprichados, principalmente no que diz respeito a detalhes. E tem mais: Nos GL, o relógio de horas passou a ser apenas opcional, cujo modelo perdeu o até o cronômetro. O velocímetro passou a marcar 220km/h, enquanto no SL marcava 200km/h. Mas neste havia odômetro parcial, enquanto no GL este precioso mecanismo desapareceu.
A GM era assim: no catálogo, o Ômega CD tinha até porta-luvas térmico e ABS. Na concessionária, o opcional disponível era um toca-fita (já obsoleto na época). Havia CD Player sim, mas como um raríssimo opcional, com qualidade meia boca (se comparado à tecnologia do carro) e vendido a preço de ouro. Depois veio o Ômega GL, que tinha rodas de aço com calotas, abertura dos vidros com manivela, sem encosto de cabeça traseiro e, salvo engano, sem ar condicionado.
Lembro-me de, na época, ter acompanhado o meu pai no lançamento do Ômega, numa ocasião em que os convidados eram limitados, selecionados e recebiam um luxuoso convite. Chegando na concessionária, no evento marcado para uma quarta-feira, às 8h da noite, havia manobristas para o seu carro. Na vitrine, um sofisticado coquetel, com cerveja e whisky da melhor qualidade. Garçons muito solícitos providenciavam os copos com gelo. Todos os convidados presentes trajavam paletó e gravata. Depois de uma pequena palestra, levantaram-se as capas e lá estavam os carrões. Ao serem abertas as portas dos carros, um Ômega GLS azul e outro vinho, víamos um carro de acabamento inimaginável para a época. Parecia que estávamos sonhando. Isso foi em 1992 e até hoje não vi coisa parecida. No lançamento do Vectra A foi assim também, mas, como fui no do Ômega, foi a vez do meu irmão mais novo ir no do Vectra rsrsrs.....
Mas, voltando ao assunto, os Monza GL e Kadett GL não contavam com um padrão de opcionais. A forração interna e bancos eram os mesmos, variando conforme o ano. Eram "pelados" de tudo, com poucos e variados opcionais. Na época, ainda adolescente, acompanhei uma pequena safra de veículos adquiridos por pais de colegas, que eram, por exemplo:
- Monza GL 93/94: 1.8 EFI gasolina, 02 portas, DH, volante escamoteável, alarme, ar condicionado, cor preta sólida e rodas de alumínio. Foi adquirido em jan/94. Custou, na época, cerca de R$17.000,00.
- Kadett GL 93/94: 1.8 EFI gasolina, alarme, prata perolizado.
- Monza GL 94: 2.0 EFI gasolina, 04 portas, VE, TE, DH, volante escamoteável, ar quente, alarme, regulagem do tempo de pausa do temporizador do limpador do pára-brisa (de 0 a 20 segundos), cor cinza bartok e rodas de alumínio. Veio com relógio digital, mas este foi pago a parte (R$50,00). Custou, na época, R$18.900,00 (20.05.94).
- Monza GLS 94: 2.0 EFI álcool, 04 portas, VE, TE, DH, volante escamoteável, ar quente, retrovisor interno eletrocrômico, azul perolizado, sem ar-condicionado. Custava em torno de R$25mil. Um completaço custava cerca de R$28mil.
- Monza GL 95: 2.0 EFI gasolina, 02 portas, DH, azul perolizado, rodas de alumínio e painel de instrumentos com grafia amarela.
Um Monza GLS completaço, com tudo, custava perto de um Vectra A GLS, que já era um carro muito caro para a época. Um Vectra A CD custava mais que um Ômega GLS e menos que um Ômega CD. O Vectra GSi custava próximo ou até mais do que um Ômega CD. A explicação era de que o Vectra A, apesar de ser pequeno para o preço que custava, era moderno tanto quanto o ômega. Com isso, a GM pretendia garantir um sucessor de qualidade para o Monza. Na minha opinião, o Vectra A, assim como o Astra importado, eram carros excelentes. O problema é que a GM, na época, não tinha uma boa equipe de marketing e que estivesse disposta a trabalhar para vender o carro. É o que acontece com toda a linha Ford há anos.
Mas, voltando ao raciocínio anterior, acredito que a GM apenas "acordou" depois da fase mal sucedida do Vectra A e do Astra importado, quando resolveu lançar o novo Vectra em 1996/1997. Mas, desta vez, o Ômega já não era mais o mesmo, sendo o Vectra a bola da vez. Depois que o Vectra se consolidou, aí veio a preocupação com o novo Astra e assim por diante.
Posso estar muito equivocado, mas sinto que desde a década de 90, especialmente a partir de 1994, até hoje, a indústria automobilística no Brasil parece ter entrado em um período de relaxo. Depois de 94, a GM parou no Vectra e no Astra (o Ômega virou carro importado), a Fiat se perdeu entre Tempras e Mareas, a Volks patinou com o Santana e a Ford não sabia o que fazia com o Mondeo depois do Versailles etc. Nunca mais produziram carros de luxo que, verdadeiramente, pudessem fazer jus ao preço que custam aos seus consumidores.
A proposta, daí para frente, foi apenas os carros 1.0. Não digo que estes são populares, porque, no Brasil, todos os carros foram "popularizados". Não foram os 1.0 que ficaram melhores, mas foram os carros de luxo que sumiram. O ex-proprietário de um Monza 0km não tem hoje um Chevrolet Cobalt. Ele tem uma Amarok ou uma Hilux. Correto? :smt017
É interessante que quando chego hoje com o Monza na concessionária local da GM para trocar óleo do motor do Monza, ouço nas rodinhas: "olha que carrão" ou "esse carro é muito bom pra trabalhar" ou "tive um desses, era feliz e não sabia" ou "esse carro é melhor que muitos carros de hoje" ou "esse carro é bom e tem um motorzão" ou "você não vende o Monza não, né?" etc etc etc.
Ufa, mas é isso aí. Vou parar por aqui! Bom domingo a todos! :smt023
PS: se morássemos mais perto teríamos assunto para todos os domingos de 2013 e 2014 rsrsrs...............
Monza e Kadett se tornaram quase gêmeos, compartilhando muitas outras coisas, além do motor. Ambos foram severamente judiados pelo acabamento interno. Nota-se a diferença entre os modelos 92, 93 com os 94 e 95. Salvaram-se, apenas, os GLS, que ainda "lembravam" os requintados SL/E. O acabamento dos Classic? Só na fotografia.
Tudo bem, os GL são os SL pouquíssima coisa melhorados. Mas até os primeiros Hatch são mais caprichados, principalmente no que diz respeito a detalhes. E tem mais: Nos GL, o relógio de horas passou a ser apenas opcional, cujo modelo perdeu o até o cronômetro. O velocímetro passou a marcar 220km/h, enquanto no SL marcava 200km/h. Mas neste havia odômetro parcial, enquanto no GL este precioso mecanismo desapareceu.
A GM era assim: no catálogo, o Ômega CD tinha até porta-luvas térmico e ABS. Na concessionária, o opcional disponível era um toca-fita (já obsoleto na época). Havia CD Player sim, mas como um raríssimo opcional, com qualidade meia boca (se comparado à tecnologia do carro) e vendido a preço de ouro. Depois veio o Ômega GL, que tinha rodas de aço com calotas, abertura dos vidros com manivela, sem encosto de cabeça traseiro e, salvo engano, sem ar condicionado.
Lembro-me de, na época, ter acompanhado o meu pai no lançamento do Ômega, numa ocasião em que os convidados eram limitados, selecionados e recebiam um luxuoso convite. Chegando na concessionária, no evento marcado para uma quarta-feira, às 8h da noite, havia manobristas para o seu carro. Na vitrine, um sofisticado coquetel, com cerveja e whisky da melhor qualidade. Garçons muito solícitos providenciavam os copos com gelo. Todos os convidados presentes trajavam paletó e gravata. Depois de uma pequena palestra, levantaram-se as capas e lá estavam os carrões. Ao serem abertas as portas dos carros, um Ômega GLS azul e outro vinho, víamos um carro de acabamento inimaginável para a época. Parecia que estávamos sonhando. Isso foi em 1992 e até hoje não vi coisa parecida. No lançamento do Vectra A foi assim também, mas, como fui no do Ômega, foi a vez do meu irmão mais novo ir no do Vectra rsrsrs.....
Mas, voltando ao assunto, os Monza GL e Kadett GL não contavam com um padrão de opcionais. A forração interna e bancos eram os mesmos, variando conforme o ano. Eram "pelados" de tudo, com poucos e variados opcionais. Na época, ainda adolescente, acompanhei uma pequena safra de veículos adquiridos por pais de colegas, que eram, por exemplo:
- Monza GL 93/94: 1.8 EFI gasolina, 02 portas, DH, volante escamoteável, alarme, ar condicionado, cor preta sólida e rodas de alumínio. Foi adquirido em jan/94. Custou, na época, cerca de R$17.000,00.
- Kadett GL 93/94: 1.8 EFI gasolina, alarme, prata perolizado.
- Monza GL 94: 2.0 EFI gasolina, 04 portas, VE, TE, DH, volante escamoteável, ar quente, alarme, regulagem do tempo de pausa do temporizador do limpador do pára-brisa (de 0 a 20 segundos), cor cinza bartok e rodas de alumínio. Veio com relógio digital, mas este foi pago a parte (R$50,00). Custou, na época, R$18.900,00 (20.05.94).
- Monza GLS 94: 2.0 EFI álcool, 04 portas, VE, TE, DH, volante escamoteável, ar quente, retrovisor interno eletrocrômico, azul perolizado, sem ar-condicionado. Custava em torno de R$25mil. Um completaço custava cerca de R$28mil.
- Monza GL 95: 2.0 EFI gasolina, 02 portas, DH, azul perolizado, rodas de alumínio e painel de instrumentos com grafia amarela.
Um Monza GLS completaço, com tudo, custava perto de um Vectra A GLS, que já era um carro muito caro para a época. Um Vectra A CD custava mais que um Ômega GLS e menos que um Ômega CD. O Vectra GSi custava próximo ou até mais do que um Ômega CD. A explicação era de que o Vectra A, apesar de ser pequeno para o preço que custava, era moderno tanto quanto o ômega. Com isso, a GM pretendia garantir um sucessor de qualidade para o Monza. Na minha opinião, o Vectra A, assim como o Astra importado, eram carros excelentes. O problema é que a GM, na época, não tinha uma boa equipe de marketing e que estivesse disposta a trabalhar para vender o carro. É o que acontece com toda a linha Ford há anos.
Mas, voltando ao raciocínio anterior, acredito que a GM apenas "acordou" depois da fase mal sucedida do Vectra A e do Astra importado, quando resolveu lançar o novo Vectra em 1996/1997. Mas, desta vez, o Ômega já não era mais o mesmo, sendo o Vectra a bola da vez. Depois que o Vectra se consolidou, aí veio a preocupação com o novo Astra e assim por diante.
Posso estar muito equivocado, mas sinto que desde a década de 90, especialmente a partir de 1994, até hoje, a indústria automobilística no Brasil parece ter entrado em um período de relaxo. Depois de 94, a GM parou no Vectra e no Astra (o Ômega virou carro importado), a Fiat se perdeu entre Tempras e Mareas, a Volks patinou com o Santana e a Ford não sabia o que fazia com o Mondeo depois do Versailles etc. Nunca mais produziram carros de luxo que, verdadeiramente, pudessem fazer jus ao preço que custam aos seus consumidores.
A proposta, daí para frente, foi apenas os carros 1.0. Não digo que estes são populares, porque, no Brasil, todos os carros foram "popularizados". Não foram os 1.0 que ficaram melhores, mas foram os carros de luxo que sumiram. O ex-proprietário de um Monza 0km não tem hoje um Chevrolet Cobalt. Ele tem uma Amarok ou uma Hilux. Correto? :smt017
É interessante que quando chego hoje com o Monza na concessionária local da GM para trocar óleo do motor do Monza, ouço nas rodinhas: "olha que carrão" ou "esse carro é muito bom pra trabalhar" ou "tive um desses, era feliz e não sabia" ou "esse carro é melhor que muitos carros de hoje" ou "esse carro é bom e tem um motorzão" ou "você não vende o Monza não, né?" etc etc etc.
Ufa, mas é isso aí. Vou parar por aqui! Bom domingo a todos! :smt023
PS: se morássemos mais perto teríamos assunto para todos os domingos de 2013 e 2014 rsrsrs...............
Editado pela última vez por S h E e Q u O em 10 Nov 2013, 17:08, em um total de 1 vez.
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RBMartins
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Re: Monza GLS 95
Shequo é a lógica do mercado: pra que uma empresa vai produzir um produto que dure uma vida toda se ela depende de vender produtos todos os anos ? logo para ter cada vez um lucro maior vão diminuindo a qualidade e durabilidade das coisas para nós, pobres consumidores, termos de adquirir novamente o mesmo produto de forma mais rápido....
agora com relação a GM concordo que durante os anos 90, ela foi subindo o preço dos seus carros a medida que ia suprimindo equipamentos: um exemplo foi o Vectra B: quando estava na primeira geração, a versão GLS já saia completa de fábrica (trio, ar direção e até disco nas rodas traseiras) e quando foi lançado o então "único" Vectra B que segundo a publicidade nem o ar resistia as suas linhas tal versão não tinha sequer vidro elétrico de série era tudo opcional (o GLS B só tinha de série rodas de liga e DH ).... e alguns opcionais eram vendidos seguindo a lógica de obrigatórios: se não colocasse eles, o carro nem saia da linha de montagem que era o caso do trio elétrico e alarme... ou seja foi uma forma que a GM deu pra lucrar ainda mais em cima dos consumidores aproveitando-se da grande aceitação que o carro teve...
agora com relação a GM concordo que durante os anos 90, ela foi subindo o preço dos seus carros a medida que ia suprimindo equipamentos: um exemplo foi o Vectra B: quando estava na primeira geração, a versão GLS já saia completa de fábrica (trio, ar direção e até disco nas rodas traseiras) e quando foi lançado o então "único" Vectra B que segundo a publicidade nem o ar resistia as suas linhas tal versão não tinha sequer vidro elétrico de série era tudo opcional (o GLS B só tinha de série rodas de liga e DH ).... e alguns opcionais eram vendidos seguindo a lógica de obrigatórios: se não colocasse eles, o carro nem saia da linha de montagem que era o caso do trio elétrico e alarme... ou seja foi uma forma que a GM deu pra lucrar ainda mais em cima dos consumidores aproveitando-se da grande aceitação que o carro teve...
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Re: Monza GLS 95
É bem isso mesmo. Além disso, os carros ficaram menores. Não percebemos muito a diferença porque os carros ficaram mais amplos (altos). Quando alguém vai no banco de trás, temos que puxar os bancos dianteiros para frente, o que jamais acontecia na época dos Opala, Monza etc. A crítica mudou também. Quando saiu o Kadett, havia uma lenda de que o carro "não ia pegar", porque era menor que o Monza e pouco maior que o Chevette, sendo assim, a GM não iria conseguir substituir nem o Monza e nem o confiável Chevette (especulações da época). Hoje a crítica é bem mais simples. O desejo por um carro novo está na necessidade das pessoas de promover sua auto-confiança.
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Re: Monza GLS 95
Esse é de um tio meu, classic 92/92 MPFI com banco em couro de fábrica...RBMartins escreveu:o classic tubarão com bancos em couro vi 2 já um preto e outro azule pelo jeito ambos eram 1991 pois o encosto de cabeça ainda era aquele inteiriço, somente na linha 1992 que passaram a ser vazados... agora classic mpfi automático vc nunca viu pq nunca foi vendido com essa configuração, se a pessoa quisesse um Monza Classic automático ele só vinha com a injeção EFI e a gasolina (não existe monza tubarão automático movido a álcool de fábrica), ou seja, vc optava por ter um carro com melhor desempenho (equipado com a MPFI) ou ter um de desempenho normal porém com o conforto do cambio automático... a GM fez o mesmo depois quando lançou o Astra e a Zafira com câmbio automático no final de 2001: na época ainda tinha o motor 2.0 16v disponivel, porém o cambio automático só era disponivel na versão de 8v....vrsilva escreveu:Sem contar o painel de instrumentos mais simples e acho que nem o relógio tinha.
Martins acho que o revestimento de couro foi oferecido em toda linha dos classic acontece que brasileiro demora a aderir essas coisas, e como meu carro foi comprado por funcionário da fábrica ele deve ter solicitado o volante que saía pouco e deveria ter em estoque. É igual o interior de couro nunca vi um monza com o opcional sem ser o 500ef mesma coisa classic mpfi automático... Existia a opção, se vendeu algum é raríssimo.




Monza GLS 2.0 EFI 94/95 110cv, Vermelho Goya Perolisado, Acabamento interno Cinza Platino, ar quente, direção hidráulica, volante com regulagem de altura, trava elétrica, porta malas elétrico, retrovisores elétricos, Banco do motorista com regulagem de altura.
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Re: Monza GLS 95
Raríssimo e Impecável!
Este ano e modelo de Monza, na minha opinião, foi um dos melhores de todo o projeto.
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Re: Monza GLS 95
:smt023S h E e Q u O escreveu:Raríssimo e Impecável!
Este ano e modelo de Monza, na minha opinião, foi um dos melhores de todo o projeto.
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Re: Monza GLS 95
O cidadão que vos escreve esqueceu a tampa de troca de óleo aberta hoje kkk a hora que ví a fumaça subindo pela grade dianteira com o carro em movimento, confesso que fiquei assustado. O óleo quente subiu e derramou um pouco sobre o coletor, queimando o óleo de gerando a tal fumaça. Tudo por que esqueci de fechar a tampa corretamente :smt021 sorte que não chegou a comprometer o sistema de lubrificação, pois o óleo que saiu do motor não foi em grande quantidade. Vou fazer a troca de óleo essa semana, que já estava planejada para ocorrer esse mês e bola pra frente
obs: (o motor não super aqueceu) a temperatura permaneceu a todo tempo normal, em tordo de 1,2/4. Mais tarde já com o motor frio, verifiquei como estava o nível de óleo, e estava Ok, ligeiramente a baixo do que estava 1 dia antes, que eu avia olhado, porém ainda sim dentro da faixa ideal de funcionamento.
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