Usados nos EUA, será verdade?
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Usados nos EUA, será verdade?
Ontem assisti este video e não acreditei...
Aí deve ter coisa, td bem q é usado mas comparado ao Brasil não dá para comprar um fusca decente.
Preços de 350 a 1600 dólares...
https://www.youtube.com/watch?v=MxxhJQYyLRk&t=772s
Aí deve ter coisa, td bem q é usado mas comparado ao Brasil não dá para comprar um fusca decente.
Preços de 350 a 1600 dólares...
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Re: Usados nos EUA, será verdade?
Carro bom não é tão barato.
Comprei em 2016, em Washington, um Honda 2003 automático, por 3000 dólares, á vista.
O carro não tinha quase nenhum acessório. Nem alarme tinha. Para abrir e fechar o carro só na chave.
Tudo bem que tinha ar condicionado e o carro estava bem conservado.
Outra coisa: tinha uma boa milhagem rodada.
Vendi por mil dólares, porque precisava vender.
Abs
Comprei em 2016, em Washington, um Honda 2003 automático, por 3000 dólares, á vista.
O carro não tinha quase nenhum acessório. Nem alarme tinha. Para abrir e fechar o carro só na chave.
Tudo bem que tinha ar condicionado e o carro estava bem conservado.
Outra coisa: tinha uma boa milhagem rodada.
Vendi por mil dólares, porque precisava vender.
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Luiz Carlos
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Re: Usados nos EUA, será verdade?
Eu achei barato demais, deve ser "no estado".
Porem aqui no Brasil o preço é absurdo, dá para comprar um fusca acabado e olha lá...
Luiz, quanto a documentação e taxas lá como funciona? Tem a burocracia daqui (transferencia, vistoria, ipva...)?
Porem aqui no Brasil o preço é absurdo, dá para comprar um fusca acabado e olha lá...
Luiz, quanto a documentação e taxas lá como funciona? Tem a burocracia daqui (transferencia, vistoria, ipva...)?
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Re: Usados nos EUA, será verdade?
MspagiariLuiz, quanto a documentação e taxas lá como funciona? Tem a burocracia daqui (transferencia, vistoria, ipva...)?
A coisa lá é complicada.
Quando minha filha foi trabalhar nos EUA, em dez de 2015, ela precisou do carro, já que lá ninguém anda a pé. Ela tinha horário para chegar ao trabalho de veterinária auxiliar (para ser veterinário lá é uma burocracia terrível) e não tinha horário para sair.
Então compramos um Honda Civic 2003, por 3 mil dólares.
Poderíamos ter comprado um carro mais barato, mas é obrigatório uma vistoria, que custa uma nota, e o carro que compramos estava vistoriado.
Minha filha recebeu uma placa que passou a ser dela, não do carro, como é aqui. Se ela vendesse o carro e comprasse outro, a placa seguiria ela, isto é, passaria para o carro novo.
Como a carteira de motorista dela é de fora dos EUA, a taxa mensal que todo motorista paga é mais cara, não me lembro exatamente quanto é, mas acho que uns 130 dólares por mês. Isso inclui seguro, etc. Ela teria de tirar uma carteira de lá para pagar menos, mas tirar essa carteira também é cheio de burocracia. Ela até tentou, mas a funcionária do "detran" de lá errou ao preencher o formulário, não colocou que ela já possuía carteira. Então ela teria de começar do zero, como se nunca tivesse dirigido. Aí ela desistiu.
Quando acabou o contrato de trabalho, ela voltou ao Brasil mas ficou de voltar para lá, e não vendeu o carro.
Como desistiu de voltar, o carro foi vendido por um amigo dela, por mil dólares. Poderia pegar mais, mas teria de fazer a tal vistoria.
Resultado: prejuízo de 2 mil dólares, mas ela usou o carro por mais de um ano, sem problemas. O único problema foi quando ele ficou um ano parado no tempo. Teve de substituir bateria, etc.
É isso. A gente reclama, mas lá a coisa não é fácil não. Carro é muito mais barato. Gasolina também. Mas tem mil taxas.
Abs
Luiz Carlos
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Re: Usados nos EUA, será verdade?
Interessante, acho legal esta idéia da placa pertencer ao dono, já tinha ouvido falar disto.
Aqui eu acho uma burocracia também, a começar pela vistoria e mudança de regras a toda hora.
Um exemplo é um xr3 conversivel que tive, foi na época da controlar. Passou em 2010 mas em 2011 não. Cismaram com uma mangueirinha do carburador e retruquei q estava do mesmo jeito em 2010. O inspetor disse q em 2011 a inspeção era mais "rigorosa".
O dono de um kadett GSI conversivel impecável, de coleção mesmo, foi reprovado também no mesmo dia. Resultado, fiquei com tanta raiva que tive de transferir o carro para onde moro (estava com placa de são paulo ainda) e daí mais 1000 reais pq teve q cadastrar motor, taxa de transferencia, vistoria nova e blabla... Na época td mundo fez isto, transferiu para outra cidade mesmo não morando nela. Depois descobriram o q era a tal "controlar" q acabou...
O problema deste país é a falta de clareza nas regras, a lei muda de um dia para o outro, a tal placa do mercosul, parece q foi cancelada.
Quem é mais velho lembra do "selo no parabrisa", kit de primeiros socorros, etc.
Sou do tempo das placas amarelas, na época lembro que a burocracia era menor, bastava tirar decalque do chassi e mais umas cópias para transferencia...
E não vejo perspectivas de mudança a não ser para pior, a burocracia daqui além de grande é "instável". Enquanto aumentam salários do STF dizem em reduzir aposentadorias de assalariados para "cortar gastos".
Brasil quer aplicar leis de primeiro mundo em população de terceiro mundo, contraditório...
Aqui eu acho uma burocracia também, a começar pela vistoria e mudança de regras a toda hora.
Um exemplo é um xr3 conversivel que tive, foi na época da controlar. Passou em 2010 mas em 2011 não. Cismaram com uma mangueirinha do carburador e retruquei q estava do mesmo jeito em 2010. O inspetor disse q em 2011 a inspeção era mais "rigorosa".
O dono de um kadett GSI conversivel impecável, de coleção mesmo, foi reprovado também no mesmo dia. Resultado, fiquei com tanta raiva que tive de transferir o carro para onde moro (estava com placa de são paulo ainda) e daí mais 1000 reais pq teve q cadastrar motor, taxa de transferencia, vistoria nova e blabla... Na época td mundo fez isto, transferiu para outra cidade mesmo não morando nela. Depois descobriram o q era a tal "controlar" q acabou...
O problema deste país é a falta de clareza nas regras, a lei muda de um dia para o outro, a tal placa do mercosul, parece q foi cancelada.
Quem é mais velho lembra do "selo no parabrisa", kit de primeiros socorros, etc.
Sou do tempo das placas amarelas, na época lembro que a burocracia era menor, bastava tirar decalque do chassi e mais umas cópias para transferencia...
E não vejo perspectivas de mudança a não ser para pior, a burocracia daqui além de grande é "instável". Enquanto aumentam salários do STF dizem em reduzir aposentadorias de assalariados para "cortar gastos".
Brasil quer aplicar leis de primeiro mundo em população de terceiro mundo, contraditório...
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Re: Usados nos EUA, será verdade?
Eu até um dia desses até achava que, por ter tanto trambiqueiro aqui, certo grau de burocracia seria necessária.
Mas esse negócio de placa do Mercosul mostrou que nossas autoridades gostam mesmo de burocratizar demais e dificultar nossa vida.
Vejamos:
A placa do Mercosul tem por finalidade aumentar o número de combinações possíveis, já que o número de carros aumenta a cada dia. O sistema atual, de 3 letras e 4 números, logo se esgotaria.
A placa Mercosul tem ítens de segurança que se não evitam, pelo menos dificultam clonagem, verificação da autenticidade da placa por parte das autoridades.
Ela não precisa de lacre, já que é muito mais difícil de fraudar. Mas aqui no Rio, onde começaram o uso da Mercosul, elas estavam recebendo lacre. E esse lacre era cobrado do proprietário. Adivinha se alguém estava ganhando um dimdim por isso?
Alguém chiou e não estão lacrando mais. E nem cobrando mais pelo lacre, naturalmente.
Aí apareceu alguém reclamando que as placas aprovadas pelo Mercosul só trazem a bandeira do país. Algum brasileiro inventou de colocar os logotipos do estado e do município nela.
Acontece então o que, devido a isso? Toda vez que o veículo mudar de cidade o proprietário deverá comprar uma nova placa. Inteirinha, na atual é só mudar aquela tira com o nome do estado e município.
Enfim, já estou começando a ficar com raiva da tal placa.
Para me deixar com mais raiva ainda, eu sou um perfeccionista de carteirinha. Um vizinho emplacou um dia desses um Audi, desses de quase trezentos mil reais, e o sujeito que instalou as placas instalou as mesmas fora de alinhamento. Acho que as placas Mercosul vêm sem os furos, e o cara furou errado.
Lembro que da última vez que precisem emplacar carro aqui no Rio, o instalador não tinha sequer uma chave Phillips decente. Arrombou a cabeça de todos os parafusos. Fiquei P. da vida.
Abs
Mas esse negócio de placa do Mercosul mostrou que nossas autoridades gostam mesmo de burocratizar demais e dificultar nossa vida.
Vejamos:
A placa do Mercosul tem por finalidade aumentar o número de combinações possíveis, já que o número de carros aumenta a cada dia. O sistema atual, de 3 letras e 4 números, logo se esgotaria.
A placa Mercosul tem ítens de segurança que se não evitam, pelo menos dificultam clonagem, verificação da autenticidade da placa por parte das autoridades.
Ela não precisa de lacre, já que é muito mais difícil de fraudar. Mas aqui no Rio, onde começaram o uso da Mercosul, elas estavam recebendo lacre. E esse lacre era cobrado do proprietário. Adivinha se alguém estava ganhando um dimdim por isso?
Alguém chiou e não estão lacrando mais. E nem cobrando mais pelo lacre, naturalmente.
Aí apareceu alguém reclamando que as placas aprovadas pelo Mercosul só trazem a bandeira do país. Algum brasileiro inventou de colocar os logotipos do estado e do município nela.
Acontece então o que, devido a isso? Toda vez que o veículo mudar de cidade o proprietário deverá comprar uma nova placa. Inteirinha, na atual é só mudar aquela tira com o nome do estado e município.
Enfim, já estou começando a ficar com raiva da tal placa.
Para me deixar com mais raiva ainda, eu sou um perfeccionista de carteirinha. Um vizinho emplacou um dia desses um Audi, desses de quase trezentos mil reais, e o sujeito que instalou as placas instalou as mesmas fora de alinhamento. Acho que as placas Mercosul vêm sem os furos, e o cara furou errado.
Lembro que da última vez que precisem emplacar carro aqui no Rio, o instalador não tinha sequer uma chave Phillips decente. Arrombou a cabeça de todos os parafusos. Fiquei P. da vida.
Abs
Luiz Carlos
Monza GLS 2.0 -1994 EFI 2 portas - gasolina - prata argenta
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Re: Usados nos EUA, será verdade?
É o q digo amigo, inventar regras de primeiro mundo em país de terceiro mundo dá nisso.
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Re: Usados nos EUA, será verdade?
Olá pessoal.
O mspagiari perguntou como são as coisas para se comprar um carro nos EUA, e eu adiantei algumas informações.
Hoje eu estava procurando um documento aqui em casa e encontrei documentos da minha filha relativos ao carro que ela comprou quando esteve trabalhando nos EUA. Descobri detalhes que eu não sabia.
Por exemplo: o carro, um Honda Civic 2003, custou 3 mil dólares. Até aí não é novidade pra mim e para quem leu meu post lá em cima.
De taxas, ela pagou quase 500 dólares. Isso eu não sabia.
Precisou fazer um curso de 3 horas sobre álcool e drogas. Custo do curso: 50 dólares
No documento de transferência do carro, vi que é obrigatório informar a quilometragem do veículo. No caso dela, mais de 122 mil milhas. Pra ver como americano usa muito o carro. 122 mil milhas equivalem a mais ou menos 200 mil Km. Tem uma observação no documento que diz que se for informada a quilometragem errada o sujeito pode pagar multa ou ir para a cadeia. Fala claramente "cadeia".
É isso. Tem também muita exigência lá. A diferença é que lá os salários são muito melhores, mesmo uma faxineira pode ter seu carro. Pode não ser um carro novo, mas um carro que anda. Minha filha disse que é comum ver carros enferrujados lá. Americano não tem muita pena de deixar carro no tempo, e o sal que as autoridades jogam nas ruas, para evitar gelo, acaba atacando a lataria dos mesmos.
E tem aquela taxa mensal de 130 dólares para quem tem carteira de fora dos EUA (ou de fora do estado, não sei)
Ah, uma informação importante: Isso tudo que eu escrevi se refere ao estado de Maryland, onde fica a capital dos EUA, Washington. As leis e regras de trânsito variam de estado para estado.
Abs
O mspagiari perguntou como são as coisas para se comprar um carro nos EUA, e eu adiantei algumas informações.
Hoje eu estava procurando um documento aqui em casa e encontrei documentos da minha filha relativos ao carro que ela comprou quando esteve trabalhando nos EUA. Descobri detalhes que eu não sabia.
Por exemplo: o carro, um Honda Civic 2003, custou 3 mil dólares. Até aí não é novidade pra mim e para quem leu meu post lá em cima.
De taxas, ela pagou quase 500 dólares. Isso eu não sabia.
Precisou fazer um curso de 3 horas sobre álcool e drogas. Custo do curso: 50 dólares
No documento de transferência do carro, vi que é obrigatório informar a quilometragem do veículo. No caso dela, mais de 122 mil milhas. Pra ver como americano usa muito o carro. 122 mil milhas equivalem a mais ou menos 200 mil Km. Tem uma observação no documento que diz que se for informada a quilometragem errada o sujeito pode pagar multa ou ir para a cadeia. Fala claramente "cadeia".
É isso. Tem também muita exigência lá. A diferença é que lá os salários são muito melhores, mesmo uma faxineira pode ter seu carro. Pode não ser um carro novo, mas um carro que anda. Minha filha disse que é comum ver carros enferrujados lá. Americano não tem muita pena de deixar carro no tempo, e o sal que as autoridades jogam nas ruas, para evitar gelo, acaba atacando a lataria dos mesmos.
E tem aquela taxa mensal de 130 dólares para quem tem carteira de fora dos EUA (ou de fora do estado, não sei)
Ah, uma informação importante: Isso tudo que eu escrevi se refere ao estado de Maryland, onde fica a capital dos EUA, Washington. As leis e regras de trânsito variam de estado para estado.
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