Sonda lambda no Multec 700

Assuntos específicos sobre Injeção eletrônica e Carburador.
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jesuino b ferreira
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Re: Sonda lambda no Multec 700

Mensagem não lida por jesuino b ferreira »

logo não pode ser qualquer uma, certo?
Pode ser qualquer chapa de aço.
Ela tem uma junta que faz a vedação e nada mais de especial.
O formato e furação dos parafusos e até a espessura pode pegar pela própria base da sua EGR.

Faça uma cópia com o formato da base e pronto :smt023
vrsilva
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Re: Sonda lambda no Multec 700

Mensagem não lida por vrsilva »

Rafaelo, como você tem tanta certeza que a Multec 700 não tenha as instruções nela? Não tem como saber e afirmar isso sem ao menos ter feito parte dos projetos... Só com engenharia reversa, e ainda assim pode não ter precisão nas informações.


Digo isso porque trabalho com equipamentos que podem assumir variados tipos de sinais numa mesma entrada, ou seja, o aparelho pode ler termopar de TODOS os tipos (para quem conhece os termopares sabe que, possuem características bem distintas entre eles), pode ler sinal de mV, pode ler sinal de 0 à 5 volts, pode ler de 0 à 10 volts, pode ler de 4 à 20 mA, pode ler de 0 à 20 mA. Ou seja, tudo depende da configuração, geralmente a entrada é através de conversores que pegam os sinais mandam para os processadores em forma de bits.
Esses equipamentos foram projetados usando os mesmos processadores da Multec 700, os Zilog Z80, famosos na década de 80... Acredito sim que, o Monza não teve sonda lambda por N motivos.
Primeiro, custo; segundo era novidade no país tupiniquim; terceiro, faltava mão de obra qualificada para passar os mapas de acordo com os motores à álcool...

Volto a repetir, posso estar completamente enganado, mas era totalmente possível do Monza ter sonda...
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Luiz Carlos (Rio)
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Re: Sonda lambda no Multec 700

Mensagem não lida por Luiz Carlos (Rio) »

Sugestão para isolar a válvula EGR:

Pega-se um pedaço de metal mole (pode ser alumínio, desses de latinha de cerveja), recorta-se o mesmo no formato da base da válvula EGR, como os furos para a passagem dos parafusos de fixação da válvula no coletor.
Insere-se a chapinha entre a base da EGR e a junta (a EGR pifada permanece no seu devido lugar, só que não tem ligação nenhuma mais com o motor).

Quanto a utilizar outra tomada de vácuo para o sistema de respiro de óleo do motor, lembremos de que nem todas as tomadas de vácuo são iguais.
Em algumas quando se abre a borboleta de aceleração o vácuo diminui, noutras aumenta, e por aí vai. Isso depende do ponto onde a tomada toma o vácuo.
Não me lembro de cabeça em qual desse tipo de enquadra a tomada do referido respiro.

Outra coisa: Se não me falha a memória, os kits de reparo de TBI vêm com um tampão para a tomada de vácuo da EGR, para ser usada em Monza sem EGR.

Abs
Luiz Carlos
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Re: Sonda lambda no Multec 700

Mensagem não lida por todiboa »

Bem, então somente testando mesmo com a sonda ligada no pino D7 e desligar o potenciômetro de CO e ver se vai funcionar, hehhee! O ... é que até 3 anos anos eu tinha um sonda guardada em casa, mas eu joguei ela fora...

Vou ver em desmanches quanto custa um usada para testes, se rolar verei que vou adaptar definitiva com uma nova.

Valeu galera.
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Rafaelo
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Re: Sonda lambda no Multec 700

Mensagem não lida por Rafaelo »

vrsilva escreveu:Rafaelo, como você tem tanta certeza que a Multec 700 não tenha as instruções nela? Não tem como saber e afirmar isso sem ao menos ter feito parte dos projetos... Só com engenharia reversa, e ainda assim pode não ter precisão nas informações.
Pq são muitos os fatores que levam a isso, coloquei alguns bem técnico aqui. Vai desde lógicos a físicos.

Vocês que tem a Multec ai, abre a ECU veja e mostra para nós onde estão as trilhas e componentes do ADC/DAC da porta da sonda, que leva até a CPU. Vão gastar uns 5 min, se eu tivesse uma aqui faria isso. Veja bem, estamos falando da parte física, até pode ter, mais não queira dizer que tenha a arquitetura programada...
vrsilva escreveu:Volto a repetir, posso estar completamente enganado, mas era totalmente possível do Monza ter sonda...
Era possível, afirmo 100% certeza, arquitetura malha aberta é uma coisa. arquitetura malha fechada é outra totalmente diferente, e vou dar um bom exemplo disso abaixo na parte do mapa.

Vocês estão se influenciando por um simples case (estojo) igual, um conector universal (Multec 700) igual, e uma simples TAG (Multec 700) que é igual. Se quiserem testar e gastar com isso e com vocês, vejam o que dá. Agora, se não funcionar não é minha culpa, pq falta de informação não foi. Quem me conhece sabe que quando é possível alguma coisa eu falo geralmente pq testo, estudo, etc antes, e falo qual o método (adaptação ou instalação), quando não é possível falo tb... Então não tenho pq ficar escondendo algo de vocês, ou pior, falando que dá sabendo que não dá, ou falta de informação da minha parte.

Vou colocar aqui pra ilustrar como é a arquitetura de malha fechada. Aqui é as configurações de programação da minha ECU MS2 que pode trabalhar em malha aberta, como fechada (ajuste automático da mistura por sonda Wide ou Narrow). Essas configurações são meio que um padrão nas ECU malha fechada.

ECU MS2 oficial USA.
parte logica
Mapa no fator lambda da mistura alvo programada, no caso é do meu N20XF Família 2 F3. A ECU sempre vai tentar deixar a queima igual a esse mapa lambda, por isso se chama malha fechada, a sonda lê e corrige para atingir o alvo... 1 = estequiométrico, <1= rico, >1=pobre isso a grosso modo pq estamos falando de Wideband são 255 variações de mistura. Como dá para ver, o mapa foi montado de acordo com meu motor original em específico 2.0 8V álcool - torque a 2600 rpm - potencia a 5600 rpm.
Imagem

Aqui que eu pergunto... Cada motor tem uma mapa de mistura programado conforme o motor. Como pode a Multec ter uma mapa de mistura universal? Tipo... vai do Corsa 1.6 EFI ao 2.0 álcool? Acho que não né? Isso explica pq não tem malha fechada em uma ECU aberta, como é o Monza-Kadett que tem motores de configuração diferente, sem falar no motor Familia 1 do Corsa 1.6 ser bemmm diferente do Familia 2. Como te falei Vinicius, não dá para "achar" que o Monza opera em closedloop. Isso pq estou falando na parte realística sem fantasiar ou criar teorias.

Continuando na ilustração de ECU closedloop.
configuração da malha fechada (no caso ai é por Wideband) O²
Imagem

parte física ECU
circuito analógico, ate porta analógica
Obs: CPU tem o ADC/DAC interno - não precisa usar um externo como mostra o esquemático :smt023, não sei como é a Multec Corsa EFI.
Imagem
Imagem
PROecu - Injeções eletronica para monzas.
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Re: Sonda lambda no Multec 700

Mensagem não lida por todiboa »

Gostei de sua explicação Rafaelo.
Como eu disse antes estou mais curioso do que querendo fazer...
A minha intensão de comprar um sonda é para fazer este teste e também de montar um analisar de gases, para poder corrigir o CO para ficar mais próximo do ideal já que, embora a voltagem esteja nos padrões médios não há real certeza de que está na mistura ideal.

Então por isso vou comprar a sonda, não sera para mim um tempo e nem dinheiro jogado fora, pois se der certo uma das minhas intenções já valeu a pena.

Obrigado.
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vrsilva
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Re: Sonda lambda no Multec 700

Mensagem não lida por vrsilva »

Rafaelo, já comecei a ficar descrente mesmo da possibilidade da ECU usada nos Monza e Kadett terem Sonda, como falei... se na época fossem programadas desta forma, era possível... Eu não sei e não tenho como testar, é como você falou, pode até haver a ligação do pino do conector até um conversor do tipo A/D mas se não tiver programado para ler aquela porta, de nada adianta.

E mesmo que tenha, não sei se iria fazer muita coisa no funcionamento do motor. Lembro que quando trabalhei para um gaúcho (... em eletrônica e programação) no meu primeiro emprego, ele tinha feito um hallmeter para por no Omega 2.0 dele e acompanhar o funcionamento do motor pela mistura, já que ele tinha feito o remapeamento da central dele, ele mesmo.
Eu gostaria de instalar uma sonda no meu para ficar acompanhando. O esqueminha do hallmeter é ridículo...
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Re: Sonda lambda no Multec 700

Mensagem não lida por Rafaelo »

Pessoal, não quero parecer chato em ficar "podando" vocês. Quem sou eu para se meter na vida dos outros, não sou esse tipo de pessoa, ok?

Caso vocês queiram testar por conta própria risco e custo, façam a experiência da seguinte forma: compre uma sonda Narrow de 1 fio mesmo (sonda de coletor) + coletor escape original GM c/ sonda GM (é feito uma instalação e não adaptação) a peça é só plugar lá, falem com o Ronaldo... eu mesmo expliquei para ele, e ele colocou no carro dele Monza EFI ainda, apenas para monitoramento da mistura, só para isso. A peça coletor escape é a mesma do Kadett MPFI>97 e parece que do Vectra A (não tenho certeza).

todiboa, ai sim está falando algo muito realístico e não plausível... sim, acho muito válido, até mesmo já expliquei aqui nesse fórum uma das formas de "análise" de gás, por meio de sonda oxigênio. Veja com o Ronaldo, ele tem um vídeo que fez para eu ver a mistura dele. A análise por sonda Narrow não é preciso, já digo logo de cara, precisão somente Wideband que custa 650,00 o kit, ai sim vocês vão ter um 'analisador' no carro onboard, dai fica muito fácil acertar a mistura com altíssima precisão, não sei quanto custa um acerto por analisador e tb não sei qual a frequência que vocês fazem... mas com esse equipamento(Wideband) tu faz a qualquer momento, especialmente vocês de malha aberta onde regula o motor para um combustível e quando troca de combustível é outra AFR. Sem dúvida, feedback de voltagem no regulador CO não é parâmetro de precisão, especialmente sem ter uma analisador ou Wideband lambda ali para saber e comparar.

Aproveitando o estudo:
Só existem 2 tipo de sonda lambda - Narrowband (estreita) ou Wideband (larga)

-Wideband é um "termômetro em escala decimal, variando desde -15.0° a 120.0° com resolução 0.1" ou um TV 3D fullHD, rsrsrs!
-Narrowband é um sensor que te diz se está quente/frio/ ou morno (estequiométrico) ou TV preto em branco, hehehe! Da para ver a imagem mais não da para saber as cores, não serve para muita coisa como da para ver, mas vale apena já que é baixo o custo. Só não vão ter precisão na análise.


Vinicius, é exatamente isso, por isso que não acredito, até pode ter o circuito lá por questão econômicas da fabricação do PCB ser o mesmo, sei lá... mas duvido que tenha um "mapa Monza 2.0 álcool a espera" para monitorar a queima. Sem contar o que falei no antigo post do cálculo PW (comprimento pulso injetor) que muda tudo lá dentro. Como falei para o todiboa, se realmente querem monitorar a queima e ter precisão, invista em uma Wideband, nunca mais vai precisar ir em busca de analisador e depender de ninguém, é só olhar o valor da queima e comparar com a tabela de poluição, é muito fácil. Sei que é caro, mais tu pode usar onde quiser e quando. Serve até para saber se o motor está ruim, como falta de combustível, etc.

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Já que estamos falando de um nível bem alto, já aproveito e coloco aqui para vocês umas informações que poucos tem acesso, pena que está Inglês, mas da para ter uma ideia. Fala a respeito da poluição gerada em um motor conforme o gráfico da lambda, vejam que se a mistura em lenta estiver 1 lambda o carro vai poluir quase nada... níveis de carro atual, só basta saber se o carro de vocês pode operar em fator 1 sem oscilar a lenta, acredito que não justamente pelo sistema EFI, sem assim tem que ser pouco mais rico a lenta. Cada motor reage de uma forma diferente a valor lambda em idle.

Leiam, no final é a parte da queima.
http://www.megamanual.com/ms2/tune.htm#emissions

Reparem no quis respeito ao gráfico quando a mistura esta fator 1.
HC fica baixíssimo - algo em torno de 30PPM
CO tb é muito baixo em estequiométrico - 0.3%

Agora, só da para saber se a mistura está estequiométrica (lambda 1) é usando uma Wideband ou analisador de gases que é mais completo. Reparem no elemento NOx que quanto mais quente os gases mais aumenta... O NOx não é avaliado e não é levado em conta. Ele é responsável pela chuva ácida, no final do texto diz isso Acid Rain

Imagem

O cara aprende de verdade com isso, vale apena ler :smt023
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