Óleo: trocar, no máximo, a cada 5.000 km (a não ser que esteja utilizando óleo sintético, cuja troca é feita a cada 20.000 km) ou após 6 meses (prazo que vier a ocorrer primeiro). Dê preferência para lubrificantes com viscosidade 20W50. Se por ventura o veículo vir a ser utilizado em condições severas (rodar frequentemente em tráfego urbano, onde a marcha lenta é mantida por longos períodos, ou uso constante em estradas de terra), é aconselhável efetuar a troca antes deste intervalo devido às exigências impostas ao motor. Evite rodar com óleo vencido no motor de seu carro. Um lubrificante muito velho poderá entupir o "pescador" (é uma peça existente no motor). Leia o comentário feito por André Luiz Boccia, proprietário de um Monza Classic 87, devido a um inconveniente neste componente: "o problema é que o antigo dono de meu carro trocava o óleo apenas nas revisões dos 10.000 km e, com isso, acabou entupindo o pescador. Numa viagem, andando em alta velocidade, o motor literalmente "abriu" e ficou com dois buracos no bloco. Acho que o pescador é um item essencial e muito barato para ser trocado (basta retirar a tampa do cárter)."
O nível do óleo deverá ser verificado uma vez por semana. O ideal mesmo seria ligar o carro por uns minutos e desligá-lo em seguida. Aguarde alguns segundos e faça a verificação. Isto é válido pelo seguinte: em virtude do óleo ficar muito tempo parado no cárter, ele tende a engrossar, dando falsa impressão da real quantidade existente. O nível não deverá estar abaixo da marcação "mínimo" e nem acima do "máximo" indicado na vareta. A falta de óleo acarretará uma má lubrificação do motor e o excesso fará com que as velas fiquem encharcadas, ocasionando falhas em determinado(s) cilindro(s).
Antes de efetuar a troca, espere até que o motor atinja sua temperatura normal. Assim, o óleo irá escoar mais facilmente e impedir que resíduos se misturem ao novo lubrificante. Também não é recomendável, caso haja necessidade, completar o nível com outro tipo ou marca de lubrificante. Obs: óleo sintético também não deve ser misturado ao óleo vegetal.
Não deixe de trocar o anel de vedação do bujão mas, caso esteja fazendo a troca de óleo pelo sistema à vácuo, isto não será necessário, pois o lubrificante será retirado através de sucção e, com isso, o bujão não será removido do local. Se o bujão (parafuso) também estiver danificado, não hesite em trocá-lo. Assim, você evita danos na rosca do cárter.
Filtro de óleo: deve ser substituído a cada troca de óleo do motor. O óleo velho, contido no filtro, acabará se misturando com o novo. Fique atento a possíveis vazamentos onde o filtro será encaixado, pois alguns podem conter deformações (amassados) que ocasionarão a perda do lubrificante. Assim que o motor entrar em funcionamento, a luz indicadora de óleo do painel deverá apagar em seguida. Caso ela venha a se manter acessa, o filtro estará com problemas e, em hipótese alguma, rode com o carro nestas condições.
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dedehulck
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